allu Invest | Newsletter | Edição nº 1 | 13 de Outubro de 2026

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O primeiro Focus após o 1º turno, Selic projetada em 13,25% e o que tudo isso muda para quem investe

O primeiro Focus após o 1º turno, Selic projetada em 13,25% e o que tudo isso muda para quem investe

Olá, investidor. Esta é a primeira edição da newsletter da allu Invest. O mercado financeiro produz notícias o dia inteiro. Aqui, selecionamos as que mais impactam os seus investimentos e a economia, e mostramos, com dados e fontes, o que elas mudam na prática. Boa leitura.

Olá, investidor. Esta é a primeira edição da newsletter da allu Invest. O mercado financeiro produz notícias o dia inteiro. Aqui, selecionamos as que mais impactam os seus investimentos e a economia, e mostramos, com dados e fontes, o que elas mudam na prática. Boa leitura.

JUROS

Mercado reduz projeção da Selic para 13,25% no fim de 2026

Mercado reduz projeção da Selic para 13,25% no fim de 2026

Primeiro Boletim Focus após o primeiro turno prevê dois cortes de 0,25 ponto até dezembro; projeção de inflação sobe pela quarta semana seguida.

Primeiro Boletim Focus após o primeiro turno prevê dois cortes de 0,25 ponto até dezembro; projeção de inflação sobe pela quarta semana seguida.

O mercado passou a esperar juros menores no fim de 2026. No Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta terça-feira (13), a projeção para a Selic em dezembro caiu de 13,50% para 13,25% ao ano, a primeira redução após duas semanas de estabilidade.

Hoje a taxa está em 13,75%. Em setembro, o Copom fez o quinto corte seguido e, desde março, a Selic já recuou 1,25 ponto. A expectativa agora é de mais dois cortes de 0,25 ponto, em novembro e dezembro. Para 2027, a projeção segue em 12,00%.

A inflação, porém, pede atenção. A estimativa para o IPCA de 2026 subiu pela quarta semana seguida, de 5,01% para 5,22%, acima do teto da meta, de 4,5%. Na última ata, o Copom defendeu "serenidade e cautela" na condução dos juros.

Esta foi a primeira edição do Focus após o primeiro turno das eleições, em 4 de outubro. Na semana seguinte, o dólar e os juros futuros caíram. O segundo turno, em 25 de outubro, segue no radar dos investidores.

Em números: Selic atual de 13,75% ao ano. Projeção para o fim de 2026 de 13,25%. Projeção para o fim de 2027 de 12,00%. IPCA projetado para 2026 de 5,22%. Dólar projetado para o fim de 2026 em 5,15 reais. PIB projetado para 2026 com alta de 1,85%. 

O que isso significa para quem investe

Um ciclo de cortes na Selic afeta de forma diferente cada tipo de título de renda fixa. Nos pós-fixados, atrelados ao CDI, a remuneração acompanha a taxa básica: se as projeções do Focus se confirmarem, o rendimento desses papéis tende a ser menor a cada nova redução. Nos prefixados, a taxa é definida no momento da aplicação e permanece a mesma até o vencimento, ainda que a Selic recue ao longo do caminho.

Na prática, o prefixado permite fixar hoje uma taxa contratada em um ambiente de juros ainda elevados. Com o mercado projetando a Selic em 13,25% no fim de 2026 e em 12,00% no fim de 2027, essa característica ganha relevância. Ela ajuda a reduzir o chamado risco de reinvestimento, que é a necessidade de reaplicar o recurso no futuro a taxas mais baixas.

Como em qualquer decisão de investimento, há pontos a considerar. A curva de juros futuros já incorpora parte dos cortes esperados, e uma alta inesperada da inflação ou dos juros reduz a vantagem relativa de uma taxa fixa. Prazo, liquidez e risco de crédito do emissor também fazem parte da análise.

Fontes: Boletim Focus (Banco Central), via Reuters/TMC e Diário do Grande ABC, 13/10/2026.

MERCADO

Outubro, o mês da renda fixa

Outubro, o mês da renda fixa

Depois de um setembro positivo em todos os principais índices, a curva de juros abriu outubro com um dos maiores recuos em um único dia, segundo a XP.

Depois de um setembro positivo em todos os principais índices, a curva de juros abriu outubro com um dos maiores recuos em um único dia, segundo a XP.

A renda fixa chega a outubro em evidência. Em setembro, todos os principais índices do segmento fecharam no positivo e, em 5 de outubro, logo após o primeiro turno, a curva de juros futuros recuou mais de 100 pontos-base, um dos maiores movimentos do tipo em um único dia, segundo levantamento da XP Investimentos.

Os títulos com taxa fixa estiveram entre os destaques. O IRF-M, índice que reúne os prefixados, avançou 1,97% em setembro, quase o dobro do CDI no período (1,03%). Esse é o efeito típico de um ambiente de juros em queda: quem fixou uma rentabilidade mais alta passa a ter um título mais valorizado.

O crédito privado, formado por títulos emitidos por empresas, como as debêntures, também mostrou força. No acumulado do ano até setembro, o IDA-DI, índice de debêntures atreladas ao CDI, rendeu 10,87%, acima do próprio CDI (10,46%). Na prática, isso indica que esses títulos entregaram, no período, uma rentabilidade superior à das aplicações atreladas apenas à taxa básica, reflexo da remuneração adicional que as empresas oferecem ao investidor para captar recursos.

O mercado também voltou a ganhar ritmo. O volume negociado de títulos de crédito privado somou 45,1 bilhões de reais em setembro, alta de 32% sobre agosto e o maior patamar desde junho. Os pedidos de novas emissões de debêntures chegaram a 20,8 bilhões, alta de 46% no mês.

Em números: CDI de 1,03% em setembro. IMA-B de 3,23% em setembro. IRF-M (prefixados) de 1,97% em setembro. IMA-B 5 com 11,25% no ano. Volume no secundário de crédito privado de 45,1 bilhões de reais, o maior desde junho.

O que isso significa para quem investe

Com a Selic ainda em patamar elevado, a renda fixa segue oferecendo retornos relevantes, e a expectativa de cortes reforça o interesse por taxas prefixadas. Ao mesmo tempo, o próprio relatório lembra que o momento exige atenção ao emissor, ao prazo e à liquidez de cada título.

Fonte: XP Investimentos, "O Mês na Renda Fixa", outubro de 2026 (data-base: setembro de 2026).

ALLU INVEST

Aportes a partir de 30 mil reais concorrem a um ano de assinatura do iPhone Duo

Aportes a partir de 30 mil reais concorrem a um ano de assinatura do iPhone Duo

A campanha vale para investimentos realizados até 31 de outubro.

A campanha vale para investimentos realizados até 31 de outubro.

(Imagem: Apple | Reprodução)

A allu abriu em outubro uma campanha para novos aportes na sua debênture de renda fixa. Investimentos a partir de 30 mil reais realizados até 31 de outubro concorrem ao sorteio de um ano de assinatura do iPhone Duo.

O investimento é uma debênture prefixada, com rentabilidade alvo de até 24% ao ano. A taxa varia conforme o valor aportado e a série escolhida. Para quem investe a partir de 30 mil reais, o valor no vencimento, em 36 meses, pode chegar a cerca de 49.800 reais e ainda concorre ao sorteio da assinatura do iPhone Duo.

Seu gerente de contas allu está disponível para explicar a estrutura do investimento, fazer uma simulação e, se fizer sentido para o seu objetivo, acompanhar o aporte dentro do prazo da campanha:

Na próxima segunda-feira, 19 de outubro, tem a nova edição da Newsletter da allu.

Juros, inflação, câmbio, crédito privado, eleições e economia global: toda semana, reunimos o que movimentou o mercado e traduzimos o que isso significa para quem investe, de forma clara e direta. Em poucos minutos, você fica por dentro do essencial.

Inscreva-se para receber as próximas edições. E, se conhece alguém que também acompanha o mercado, encaminhe esta newsletter.

Até segunda, Equipe allu Invest

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